Orquídea rara de São Fidélis terá bloco carnavalesco naturalista
Em São Fidélis, uma orquídea vem sendo lentamente deslocada do campo da botânica para o da cultura. A Cattleya fidelensis, associada ao município desde sua descoberta na década de 1940, passou a operar como símbolo, memória e linguagem, atravessando práticas artísticas, encontros e narrativas ligadas ao território. É a partir dessa dimensão que nasce o Bloco Cattleya Fidelensis – Naturália, um projeto cultural que propõe o carnaval como processo, e não apenas como evento. O lançamento oficial do bloco acontece neste sábado (17), às 19h, no Bar Biricutico.
No evento carnavalesco também será apresentada a marchinha inaugural. cultivo: Luiz Henrique Macedo
Idealizado pelo Contraforma | Arte & Conceito, o projeto se constrói ao longo de encontros, ensaios e ações coletivas que culminam no cortejo de rua, no dia 7 de fevereiro. O bloco se organiza como uma agenda cultural contínua, na qual música, corpo, memória e paisagem.
A orquídea descoberta por Júlio Lacourt Sodré, orquidófilo apaixonado, a Cattleya Fidelensis, desde sua origem, carrega uma narrativa singular. A flor é considerada extinta na natureza, por não haver registros oficiais de exemplares em seu habitat natural desde a década de 40. Um único exemplar é cultivado por Luz Henrique Macedo, no município.
Em São Fidélis, uma orquídea vem sendo lentamente deslocada do campo da botânica para o da cultura. A Cattleya fidelensis, associada ao município desde sua descoberta na década de 1940, passou a operar como símbolo, memória e linguagem, atravessando práticas artísticas, encontros e narrativas ligadas ao território. É a partir dessa dimensão que nasce o Bloco Cattleya Fidelensis – Naturália, um projeto cultural que propõe o carnaval como processo, e não apenas como evento. O lançamento oficial do bloco acontece neste sábado (17), às 19h, no Bar Biricutico.
No evento carnavalesco também será apresentada a marchinha inaugural. cultivo: Luiz Henrique Macedo
Idealizado pelo Contraforma | Arte & Conceito, o projeto se constrói ao longo de encontros, ensaios e ações coletivas que culminam no cortejo de rua, no dia 7 de fevereiro. O bloco se organiza como uma agenda cultural contínua, na qual música, corpo, memória e paisagem.
A orquídea descoberta por Júlio Lacourt Sodré, orquidófilo apaixonado, a Cattleya Fidelensis, desde sua origem, carrega uma narrativa singular. A flor é considerada extinta na natureza, por não haver registros oficiais de exemplares em seu habitat natural desde a década de 40. Um único exemplar é cultivado por Luz Henrique Macedo, no município.
Com informações de assessoria