Mãe de Letycia pede Justiça e condenação de suspeito de ter mandado matar a filha
A mãe de Letycia descreve Diogo como uma pessoa muito inteligente, mas manipuladora. “Ele é inteligente demais, tanto que conseguiu trabalhar a mente dela, mesmo minha filha também sendo uma pessoa inteligente e esperta”, contou.
Durante o evento, a delegada Natália Patrão se emocionou ao contar todo o trabalho ininterrupto no caso Letycia, inclusive se privando de conviver com sua família para dar andamento às investigações. Ao final da cerimônia, Natália recebeu um abraço de Cintia, como forma de agradecimento pelo empenho na resolução do crime que abalou a cidade.
“Eu quero que a justiça seja feita. Nós estamos caminhando e não chegamos ao final. Eu quero que ele pague, sendo julgado e condenado na máxima instância. E ainda é pouco, pela crueldade, frieza, monstruosidade dele com a família dela, com ela e com o próprio filho”, afirmou Cintia Fonseca, mãe da gestante assassinada Letycia Peixoto da Fonseca, durante a cerimônia pelo Dia Internacional da Mulher, comemorado nesta quarta-feira (8), realizada no pátio da 134ª Delegacia de Polícia (Centro) e da Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (Deam). Em uma cadeira de rodas e abraçada por familiares, ela assistiu, comovida, ao discurso da delegada Natália Patrão, que também se emocionou ao falar sobre o crime, que vitimou, ainda, o bebê Hugo. O suspeito de ter encomendado a execução é o companheiro de Letycia, Diogo Viola de Nadai, de 40 anos, preso na noite dessa terça-feira (7).
— Ele agiu normalmente, como se nada tivesse ocorrido com a minha filha. Tratava nossa família normal e em nenhum momento ele perguntou sobre o ocorrido, até porque eu tinha essa resposta, eu estava presente. Quando eu recebi alta, ele estava na minha residência, onde ele dormiu, enquanto minha filha estava morta no hospital e o filho dele lutando pela vida. Parecia que era um dia qualquer — falou Cintia, que aproveitou para agradecer à delegada e à equipe dela.
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Durante o evento, a delegada Natália Patrão se emocionou ao contar todo o trabalho ininterrupto no caso Letycia, inclusive se privando de conviver com sua família para dar andamento às investigações. Ao final da cerimônia, Natália recebeu um abraço de Cintia, como forma de agradecimento pelo empenho na resolução do crime que abalou a cidade.