Com a participação do bloco de maracatu "Bonita da Peste", seguido de uma Roda de Conversas, o grupo debateu a escalada da violência contra a mulher e a necessidade de se combater, através de uma educação que enfrente uma masculinidade violenta e possessiva.
Patrícia, mãe de Júlia, jovem que foi assassinada em dezembro pelo companheiro, deixando duas filhas, foi acolhida pela solidariedade das mulheres presentes, neste 8 de março. Patrícia clama por justiça perante o assassinato da filha. A última audiência do caso foi na última quinta-feira e a próxima ainda não está marcada.
No dia 8 de dezembro passado, Júlia foi encontrada gravemente ferida às margens do rio Paraíba do Sul, após tentativa de afogamento. O marido da vítima foi preso em flagrante. A vítima, que sofreu traumatismo craniano e várias escoriações, morreu no Hospital Ferreira Machado, após dias na UTI.
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"O Movimento Unificado de Mulheres se solidariza com a dor de Patrícia e seus familiares e se coloca à disposição para, ao lado dela, lutar por justiça", diz a nota do coletivo que realizou o ato.