O coordenador do Programa de Controle de Vetores (PMCV) do CCZ, Claudemir Barcelos, informou que as ações vêm sendo focadas em mutirões nos locais com altos índices de infestação, as chamadas áreas quentes. Dessa forma, a equipe atua em cada localidade, concentrando esforços nos bairros com alta incidência. “O planejamento atual está sendo adaptado às novas diretrizes do Ministério da Saúde, com foco no LIRAa (Levantamento de Índice Rápido do Aedes aegypti), que será realizado em maio, e nos dados dessas armadilhas para mosquitos”, explicou.
Ovitrampas – As armadilhas consistem na instalação de um vaso preto, preenchido com água e levedura de cerveja, que fica parado simulando o ambiente perfeito, atraindo as fêmeas do vetor. Nele é inserida uma paleta de madeira (eucatex) que facilita a oviposição, que deve ser instalada a uma distância de 300 metros da outra. Após a coleta da amostragem, o agente realiza a contagem dos ovos e a identificação da espécie (Aedes albopictus ou Aedes aegypti).
Com base nesse resultado, é calculado o Índice de Positividade de Ovitrampa (IPO), que indica o percentual de armadilhas positivas e o Índice de Densidade de Ovos (IDO), registrando o número médio de ovos por armadilhas positivas.