Dora Paula Paes
08/04/2026 07:38 - Atualizado em 08/04/2026 07:38
Reunião no gabinete
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Divulgação secom-Campos
O prefeito de Campos, Frederico Paes (MDB), iniciou sua gestão com oração e articulando o governo politicamente na Câmara Municipal. Na segunda-feira (6), na sede da prefeitura, Frederico já definiu em reunião que o líder do seu governo no Lesgilativo será o vereador Dudu Azevedo (Republicanos). Ele assumirá a posição na Casa ocupada por Juninho Virgílio, convidado para a secretaria de Governo.
O prefeito esteve reunido com Dudu, Juninho e o presidente da Câmara, Fred Rangel. “Ao lado do presidente Fred, formalizei o convite para Juninho ser o nosso secretário de Governo e a Dudu para ele passar a ser o nosso líder de governo na Câmara. Vamos juntos com muito diálogo e integração continuar com as conquistas e avançar ainda mais com responsabiliade e muito trabalho”, disse o prefeito em postagem na sua rede social.
Divulgação Secom-Campos
Antes da movimentação política, ele chegou à Prefeitura acompanhado da esposa, a primeira-dama Carla. O prefeito fez um convite ao padre Wallace para uma bênção especial, no gabinete.“Tenho plena convicção de que, colocando Deus à frente, a direção que seguiremos será sempre a melhor para a nossa cidade”, afirmou.
Na última quinta-feira (2), aconteceu a transferência de cargo. Com a renúncia do então prefeito Wladimir Garotinho, Frederico, que era seu vice, recebeu a missão de governar o município.
Mudanças, que serão pontuais - ele já avisou -, com a nomeação de colaboradores, ainda não ocorreram. Além de Virgílio, o nome da ex-prefeita Rosinha Garotinho foi anunciado pela ocupar a pasta de Trabalho e Renda.
Agenda com o governador - Desde a posse, Frederico Paes informou que teria uma agenda nesta terça-feira (7). Como presidente da Organização dos Municípios Produtores de Petróleo (Ompetro), junto com a Diretoria Executiva da entidade, teria uma reunião no Rio de Janeiro com o governador em exercício, Ricardo Couto de Castro. O objetivo da reunião era debater as estratégias de defesa do Governo do Estado e dos municípios produtores de petróleo da Bacia de Campos em relação a uma possível redistribuição dos royalties, que vai a julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF) no dia 6 de maio.