Os hospitais públicos de Campos, Ferreira Machado, Geral de Guarus e São José, também passaram por problemas de repasse de recursos financeiros. Tudo começou no dia 15 de junho, quando o prefeito Wladimir Garotinho (PP) cobrou do Estado os repasses para a Saúde Pública do município. Segundo ele, no ano de 2021 foram recebidos R$ 200 milhões; já em 2022 R$ 140 milhões e, em 2024, R$ 20 milhões. No entanto, até aquela data, nenhum valor tinha sido recebido.
O impasse que envolve a Saúde de Campos aconteceu em meio à uma disputa política e o Estado chegou a alegar “motivo técnico” para o corte desses repasses. Oito dias depois, no dia 23 de junho, a Secretaria de Estado de Saúde publicou uma resolução que revogou o apoio financeiro estadual à Saúde de Campos.
No dia 21 de julho, o Governo do Estado voltou atrás e restituiu o cofinanciamento à Saúde Pública de Campos. A nova resolução que retorna o apoio financeiro foi publicada no Diário Oficial desta segunda-feira (21). O cofinanciamento prevê um repasse total para 2025 de R$ 66.261.393,96.
Hospital Ferreira Machado tem novo pronto-socorro
Referência em emergência e trauma em Campos e região há 73 anos, o Hospital Ferreira Machado teve seu novo pronto-socorro inaugurado no dia 3 de novembro. A entrega da obra marcou um avanço na modernização do HFM. Inaugurado em 1991, o pronto-socorro funcionava apenas como uma adaptação. Após um mês de funcionamento, foram registrados cerca de 7.500 atendimentos .
Após 34 anos, a nova estrutura foi planejada para atender às reais necessidades da cidade. O novo pronto-socorro conta com duas recepções: uma exclusiva para casos de urgência e outra voltada a acompanhantes, visitantes e funcionários. A estrutura tem quatro consultórios, otorrinolaringologia, oftalmologia, clínica médica e ortopedia, sala de classificação de risco, setor de medicação e hipotermia, gesso, hidratação, administrativo e serviço social. O novo politrauma permite o atendimento simultâneo de até quatro pacientes, além de uma sala de reanimação equipada. Todos os consultórios contam com mesas, cadeiras, escadinhas, macas fixas e móveis.
De acordo com o Ministério da Saúde, a vacina desenvolvida pelo Butantan demonstrou eficácia de 74,7% contra a dengue sintomática em pessoas de 12 a 59 anos e de 89% contra formas graves e com sinais de alarme, segundo estudos apresentados à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa.