Cineastas da região têm até dia 20 para submeter obras no II Festival de Cinema
Cineastas e produtores das regiões Norte, Noroeste, Serrana e demais cidades fluminenses têm menos de um mês para submeter suas obras à edição 2026 do II Festival Internacional Goitacá de Cinema. Consolidado como a principal vitrine para o audiovisual fora da capital, o festival destaca a mostra competitiva "Olhares do Interior" para as produções cinematográficas do interior fluminense.
As inscrições para as mostras competitivas encerram-se no dia 20 de fevereiro e devem ser realizadas exclusivamente de forma online, através do site da Quiprocó Filmes (www.quiprocofilmes.com.br) ou pelo link na bio do Instagram @festivalgoitaca.
No caso da mostra competitiva "Olhares do Interior", a categoria é um espaço estratégico para filmes realizados integralmente no interior do Estado do Rio de Janeiro, promovendo a descentralização e revelando talentos que florescem fora da Região Metropolitana.
Inclusive, esse olhar estratégico voltado para o interior fluminense é fruto da vivência dos sócios-fundadores da Quiprocó Filmes: os cineastas Fernando Sousa, natural de Teresópolis, e Gabriel Barbosa natural de Barra do Piraí, antropólogo e atual secretário de Cultura, Audiovisual e Economia Criativa de Barra do Piraí. Juntos, eles consolidaram uma linha de produção que transita entre a capital e o interior, transformando inquietações territoriais em obras premiadas e espaços de intercâmbio cultural fora dos grandes eixos.
"Minha trajetória e a do Fernando são muito marcadas por esse movimento de quem vem do interior para a capital e essa origem gera uma inquietação permanente. Na Quiprocó, consolidamos uma agenda que busca descentralizar o audiovisual; não é apenas um pertencimento geográfico, mas uma diretriz política e artística. Esse olhar para o interior permite que a gente amplie nossas perspectivas e abordagens”, explica Gabriel Barbosa.
"Eu nasci em Teresópolis e me graduei em Campos, então a interiorização não é apenas um tema para nós, está no DNA da Quiprocó. Defender o cinema no interior do Rio é um exercício de teimosia diante de um estado e de municípios que ainda carecem de políticas públicas estruturantes e regulares para o setor fora da capital. Precisamos romper com a desigualdade histórica de acesso aos meios de produção, exibição e distribuição de filmes. O audiovisual feito no interior projeta nossas dores, memórias e identidades para o mundo com uma força visceral que o eixo metropolitano muitas vezes não alcança. Fortalecer essa indústria regional é garantir que a cultura brasileira siga resistente e plural, provando que o talento e o mercado audiovisual pulsam em todo o território fluminense", defende Fernando Sousa.
As inscrições para as mostras competitivas encerram-se no dia 20 de fevereiro e devem ser realizadas exclusivamente de forma online, através do site da Quiprocó Filmes (www.quiprocofilmes.com.br) ou pelo link na bio do Instagram @festivalgoitaca.
No caso da mostra competitiva "Olhares do Interior", a categoria é um espaço estratégico para filmes realizados integralmente no interior do Estado do Rio de Janeiro, promovendo a descentralização e revelando talentos que florescem fora da Região Metropolitana.
Inclusive, esse olhar estratégico voltado para o interior fluminense é fruto da vivência dos sócios-fundadores da Quiprocó Filmes: os cineastas Fernando Sousa, natural de Teresópolis, e Gabriel Barbosa natural de Barra do Piraí, antropólogo e atual secretário de Cultura, Audiovisual e Economia Criativa de Barra do Piraí. Juntos, eles consolidaram uma linha de produção que transita entre a capital e o interior, transformando inquietações territoriais em obras premiadas e espaços de intercâmbio cultural fora dos grandes eixos.
"Minha trajetória e a do Fernando são muito marcadas por esse movimento de quem vem do interior para a capital e essa origem gera uma inquietação permanente. Na Quiprocó, consolidamos uma agenda que busca descentralizar o audiovisual; não é apenas um pertencimento geográfico, mas uma diretriz política e artística. Esse olhar para o interior permite que a gente amplie nossas perspectivas e abordagens”, explica Gabriel Barbosa.
"Eu nasci em Teresópolis e me graduei em Campos, então a interiorização não é apenas um tema para nós, está no DNA da Quiprocó. Defender o cinema no interior do Rio é um exercício de teimosia diante de um estado e de municípios que ainda carecem de políticas públicas estruturantes e regulares para o setor fora da capital. Precisamos romper com a desigualdade histórica de acesso aos meios de produção, exibição e distribuição de filmes. O audiovisual feito no interior projeta nossas dores, memórias e identidades para o mundo com uma força visceral que o eixo metropolitano muitas vezes não alcança. Fortalecer essa indústria regional é garantir que a cultura brasileira siga resistente e plural, provando que o talento e o mercado audiovisual pulsam em todo o território fluminense", defende Fernando Sousa.