Morre, aos 83 anos, a empresária Marilute Miguel Dumas
Rafael Khenaifes e Júlia Alves 24/04/2026 09:34 - Atualizado em 24/04/2026 12:27

Marilute Miguel Dumas
Marilute Miguel Dumas / Divulgação

A empresária Marilute Miguel Dumas faleceu, aos 83 anos, no Hospital da Unimed, em Campos, onde estava internada. A informação foi confirmada por familiares na manhã desta sexta-feira (24). O velório acontece nesta manhã, em uma capela da Santa Casa de Misericórdia e o sepultamento acontecerá às 16h30, no Cemitério do Caju.

Velório de Marilute
Velório de Marilute / Foto: Júlia Alves

Ela deixa os filhos Zenilton Dumas Neto, Patrícia Dumas e os netos Maria Amélia Dumas, Abinho Neme, Yussef e Halim Abdu Neme. Marilute era sogra do vereador Abdu Neme e esposa do pecuarista Edinho Gebara, que também faleceu recentemente. 

“Tia Marilute era uma pessoa extremamente acolhedora, adorava receber a gente na casa dela, servir comidas, cafézinhos. Quando eu e meu marido voltamos pra cá, ela recebeu meu marido como se fosse filho. Todo domingo íamos lá ficar com ela, acompanhamos a doença o tempo todo. Ela vai deixar uma marca muito importante no nosso coração, de união, de família, de estar junto, fazer em vida”, lembra a sobrinha da empresária, Paloma Miguel.

Em meio à dor da despedida, o irmão de Marilute, Fued Miguel, descreveu a irmã como uma pessoa dedicada à família, sempre pronta a ajudar e cuidar de quem estivesse ao seu redor.

"A história de Marilute, ela é a última pessoa da minha família. Na morte dos meus pais, quando eu passei por momentos difíceis, ela me ajudou, fui morar com ela. Então, ela foi muito presente comigo. Uma coisa que me chamou a atenção por esse longo tempo, ela praticamente numa UTI, quatro ou cinco dias antes, eu entrei para fazer uma visita e, Patrícia, a filha estava e falou "será que ela sabe quem é você?" Ela escutou. Ela disse "Fued, meu irmão". Depois daquilo, eu vim para casa emocionado porque o amor não apaga nem com a doença. Pode apagar da memória temporariamente, mas o passado fica. Então, eu só tenho a falar que ela foi uma guerreira, cuidou da morte de todos da minha casa. Mãe, pai, tios solteiros, ela participou, vestiu todos, enfim, no momento de dor ela esteve presente. Foi uma guerreira, professora, trabalhando, parceira com o Edinho, que partiu há pouco tempo", ressaltou Fued. 

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