Governo Lula anuncia assentamento para 150 famílias do MST em Campos
Após dois anos de mobilização, 150 famílias do Acampamento 15 de Abril, em Campos dos Goytacazes, serão assentadas pelo governo federal. O anúncio foi feito neste sábado (2) durante agenda com trabalhadores rurais, com a presença do deputado federal Lindbergh Farias e da deputada estadual Marina do MST.
A primeira etapa do acordo prevê a destinação das fazendas São Cristóvão e Maruí Almada para a Reforma Agrária. As duas áreas somam cerca de 1.500 hectares e pertencem ao Grupo Othon, que seria apontado como devedor de aproximadamente R$ 700 milhões.
Segundo o MST, a medida pode beneficiar parte das 376 famílias que integram o acampamento montado às margens da BR-101.
A primeira etapa do acordo prevê a destinação das fazendas São Cristóvão e Maruí Almada para a Reforma Agrária. As duas áreas somam cerca de 1.500 hectares e pertencem ao Grupo Othon, que seria apontado como devedor de aproximadamente R$ 700 milhões.
Segundo o MST, a medida pode beneficiar parte das 376 famílias que integram o acampamento montado às margens da BR-101.
De acordo com José Carlos, coordenador do MST em Campos, o processo será feito por meio da adjudicação, instrumento jurídico que permite a entrega de imóveis de grandes devedores à União como forma de abatimento de parte da dívida.
Nesse modelo, o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) regulamenta a transição das áreas sem pagamento direto pelas terras, já que o valor é descontado da dívida do proprietário.
A expectativa do movimento é que uma segunda fase contemple as outras 226 famílias do Acampamento 15 de Abril. As negociações envolvem as fazendas Santa Luzia e Tabatinga, atualmente ligadas à Usina Sapucaia. As áreas somam cerca de 2.000 hectares e, segundo a deputada Marina do MST, têm capacidade para receber aproximadamente 200 famílias.
Nesse modelo, o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) regulamenta a transição das áreas sem pagamento direto pelas terras, já que o valor é descontado da dívida do proprietário.
A expectativa do movimento é que uma segunda fase contemple as outras 226 famílias do Acampamento 15 de Abril. As negociações envolvem as fazendas Santa Luzia e Tabatinga, atualmente ligadas à Usina Sapucaia. As áreas somam cerca de 2.000 hectares e, segundo a deputada Marina do MST, têm capacidade para receber aproximadamente 200 famílias.
“Estamos avançando no acordo para arrecadar mais duas fazendas e assentar todas as pessoas. As terras da Usina Sapucaia têm 2.000 hectares e capacidade de abrigar cerca de 200 famílias. A expectativa é que até o fim deste ano a gente consiga assentar todo mundo”, disse Marina.
Lindbergh Farias classificou o anúncio como uma conquista para as famílias que aguardavam uma definição do poder público.
O Acampamento 15 de Abril reúne famílias organizadas pelo MST no Norte Fluminense. No estado do Rio de Janeiro, onde a maior parte da população vive em áreas urbanas, o movimento informa que cerca de 1.600 famílias estão organizadas em 20 assentamentos e um acampamento.
Lindbergh Farias classificou o anúncio como uma conquista para as famílias que aguardavam uma definição do poder público.
O Acampamento 15 de Abril reúne famílias organizadas pelo MST no Norte Fluminense. No estado do Rio de Janeiro, onde a maior parte da população vive em áreas urbanas, o movimento informa que cerca de 1.600 famílias estão organizadas em 20 assentamentos e um acampamento.
Com informações da assessoria