Deputados pedem à PGR prisão preventiva de Lulinha
Dora Paula Paes 26/02/2026 15:45 - Atualizado em 26/02/2026 16:11
Momento de confusão na CPI do INSS
Momento de confusão na CPI do INSS / Reprodução redes sociais
Em dia de confusão no Congresso Federal, com direito a tapas, 47 deputados federais acionaram a Procuradoria-Geral da República (PGR), ainda nesta quinta-feira (26), pedindo a prisão preventiva de Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). No âmbito da CPI do INSS, os parlamentares sustentam que Lulinha teria atuado como sócio oculto do empresário Antônio Carlos Camilo Antunes, o "Careca do INSS".

Antônio Carlos é apontado como operador financeiro de um suposto esquema de fraudes envolvendo o INSS. Essa linha de investigação foi revelada pela coluna de Andreza Matais, no Metrópoles.
Lulinha filho do presidente Lula
Lulinha filho do presidente Lula / Reprodução redes socias

A representação, que pede a preventiva de Lulinha, foi formulada por Rosangela Moro (União-SP) e coautoria de representantes de deputados de partidos como PL, Republicanos, PSD, PP e União Brasil.

De acordo com o documento protocolado na PGR, o filho de Lula teria recebido uma mesada de aproximadamente R$ 300 mil mensais. E seu papel seria viabilizar e proteger interesses do grupo junto à cúpulado governo federal.
Situação - A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI), na CPI do INSS, aprovou, hoje, a quebra de sigilo bancário e fiscal de Lulinha. A CPMI investiga as fraudes do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
Desdobramentos no Senado - O presidente do Senado, Davi Alcolumbe (União-SP), disse que vai esperar a representação oficial contra a aprovação da quebra de sigilio de Lulinha na CPI para, só então, se pronunciar.  Ele recebeu nesta tarde, grupo de deputados que pediram que anule a votação simbólica que aprovou a quebra do sigilo bancário e financeiro do filho do presidente.  

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