Morre Braulino, ex-goleiro campista com títulos por Fluminense e Paysandu
06/04/2026 | 11h50
Foto: Divulgação/Blumenau E.C.
Um entre os vários atletas que a cidade de Campos revelou ao futebol brasileiro foi a óbito neste domingo (5). Campeão estadual pelo Fluminense em 1980, o ex-goleiro Braulino morreu aos 66 anos, em Blumenau, onde morava. Segundo o site Informe Blumenau, a morte foi causada por problemas pulmonares.
Formado nas categorias de base do Americano, Braulino Luiz Pontes Filho foi levado ao Fluminense pelo ex-zagueiro campista Pinheiro, que identificou nele um grande potencial. No Flu, começou atuando na base e se profissionalizou em 1978, permanecendo até 1982. Nesse período, fez parte dos elencos que conquistaram o importante Torneio de Paris, em 1966, e o Torneio Teressa Herrera, na Espanha, em 1977, além do Campeonato Estadual de 1980. Em 1982, foi campeão paraense pelo Paysandu. Também passou por Figueirense, Blumenal e Avaí, sendo vice-campeão catarinense pelo Blumenau em 1988.
Após pendurar as chuteiras, no início da década de 1990, Braulino trabalhou com escolinhas e outras iniciativas esportivas em Blumenau, e foi presidente do Grêmio Esportivo Olímpico. Ainda dos seus familiares ainda moram em Campos.
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Campos terá Afro Roteiro Central a partir da próxima terça
26/03/2026 | 17h47
Plaquinhas serão colocadas em 16 locais relacionados à herança afro-brasileira
Plaquinhas serão colocadas em 16 locais relacionados à herança afro-brasileira / Foto: Reprodução
Na próxima terça-feira (31), será lançado em Campos o projeto Afro Roteiro Central. Ele consiste na colocação de placas em prédios e lugares relacionados à herança afro-brasileira no município, favorecendo o mapeamento e a valorização desses espaços. Cada placa contém breves explicações sobre a importância dos locais em questão, além de QR Codes que possibilitam um aprofundamento na história de cada um deles.
No ato do lançamento, às 14h de terça-feira, será inaugurada a placa do Pelourinho central, no Boulevard Francisco de Paula Carneiro (Calçadão). Também estão previstas sinalizações para as sedes do jornal abolicionista 25 de Março, existente de 1884 a 1888, e das sociedades musicais Lyra de Apollo, Lyra Guarani e Lyra Conspiradora; a Igreja de São Benedito; o antigo Teatro Empyreo Dramático; os largos do Rocio e do Rosário, entre outros locais.
A inicitiva é do movimento Afro Roteiros, criado pela pesquisadora e cantora Simone Pedro, com apoio da secretaria municipal de Turismo, da subsecretaria municipal de Igualdade Racial e Direitos Humanos, e do Costa Doce Convention & Visitors Bureau.
 
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Aos 77 anos, Tonico Pereira relembra momentos da carreira e comenta relação com Campos e o Goytacaz
24/03/2026 | 13h34
Foto: Elisângela Leite/Quiprocó Filmes
Os fãs de "A Grande Família" nunca precisaram visitar Campos para conhecer o Goytacaz Futebol Clube. Afinal de contas, o clube de coração do ator campista Tonico Pereira era costumeiramente mencionado por Mendonça, seu personagem na série televisiva, com direito ao uso da camisa em determinados episódios. Na intimidade, a paixão é ainda maior, como evidenciado por Tonico na tarde desta segunda-feira (23). Aos 77 anos, ele recebeu a equipe do Festival Internacional Goitacá de Cinema para um extenso bate-papo sobre a vida e a carreira. A entrevista será veiculada no catálogo da segunda edição do Festival Goitacá, que terá o artista como homenageado, em agosto.
Mesmo se recuperando de problemas de saúde, Tonico Pereira tem cumprido compromissos profissionais. Na semana passada, compareceu a um cinema do Rio de Janeiro para conferir a estreia do seu novo filme, "O Velho Fusca". Foi com o mesmo comprometimento que abriu as portas da sua casa, no bairro carioca da Lagoa, para falar de lembranças sobre a Campos do final dos anos 1940 à década de 1960 — período em que viveu na cidade. A entrevista também incluiu comentários sobre a época em que foi jogador de futebol; a mudança para o Rio de Janeiro; o início no teatro; a migração para o cinema e a televisão; além, claro, da relação com o Goytacaz, mantida mesmo estando fora de Campos há mais de 50 anos.
Entrevista com o ator Tonico em sua casa na Lagoa. Rio; 23/03/26 Foto Elisângela Leite
Entrevista com o ator Tonico em sua casa na Lagoa. Rio; 23/03/26 Foto Elisângela Leite / Foto: Elisângela Leite/Quiprocó Filmes
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Diretor do Festival Internacional Goitacá de Cinema receberá título de cidadania campista
20/03/2026 | 13h49
Fernando Sousa tem vasta atuação no setor audiovisual e em pautas sociais
Fernando Sousa tem vasta atuação no setor audiovisual e em pautas sociais / Foto: Divulgação/Quiprocó Filmes
O diretor-geral do Festival Internacional Goitacá de Cinema, Fernando Sousa, será reconhecido como cidadão de Campos dos Goytacazes na próxima terça-feira (24). Nascido em Teresópolis, ele vai receber da Câmara Municipal o título de cidadania campista, em reconhecimento às suas contribuições para o desenvolvimento do setor audiovisual e a promoção da cultura no Norte Fluminense. A solenidade está marcada para as 17h, contando também com uma moção de aplausos ao Festival Goitacá, que tem sua segunda edição marcada para agosto.
Os caminhos do cineasta Fernando Sousa têm Campos como destino desde 2005, quando começou a cursar Ciências Sociais na Universidade Estadual do Norte Fluminense (Uenf). Naquela época, ele integrou a gestão do Diretório Central dos Estudantes (DCE) Apolônio de Carvalho e foi voz ativa na defesa da criação do Restaurante Universitário da Uenf, inaugurado em 2014. Também atuou como professor voluntário do Pré-Vest Uenf; integrou a primeira equipe do Projeto Rondon da Uenf, e se engajou com pautas relacionadas ao combate ao trabalho escravo na região, a projetos de alfabetização em assentamentos de reforma agrária, e à formação de cooperativas agrícolas. À frente da Quiprocó Filmes, Fernando e o também cineasta Gabriel Barbosa têm como um dos projetos a produção do documentário "Brava Gente", sobre a trajetória do produtor rural Cícero Guedes, líder do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) em Campos, do qual Fernando foi amigo. Cícero foi assassinado em 2013.
Após longo período radicado no Rio de Janeiro, Fernando Sousa retornou a Campos em 2024, para cursar doutorado em Sociologia Política na Uenf. Em seguida, começou a atuar como programador voluntário no Cine Darcy, contribuindo com o projeto de modernização técnica e tecnológica do espaço. Desde então, lidera a retomada do debate sobre a criação da Escola Brasileira de Cinema e Audiovisual, planejada pelo antropólogo Darcy Ribeiro no projeto original da universidade. Foi nesse contexto que surgiu o Festival Internacional Goitacá de Cinema, no ano passado, com intuito de valorizar produções independentes, inspirar novos cineastas, conectar criadores e colocar Campos no mapa do cinema internacional.
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Duda Beat mostra o íntimo da sua pluralidade musical em show acústico no Teatro Firjan Sesi Campos
13/03/2026 | 12h10
Foto: Bianca Trindade
A cantora e compositora pernambucana Duda Beat está entre os artistas do Brasil que obtiveram uma rápida ascensão de carreira nos últimos tempos. Num intervalo de apenas oito anos, ela passou de revelação, como foi reconhecida em 2018 pelo Troféu Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA), a referência de alguém que domina a pluralidade da música brasileira e faz dela um mix para a construção da sua obra. Somam-se a isso a sua apurada extensão vocal e a busca por referências em quem veio antes. Uma das inspirações é o conterrâneo Chico Science, a quem Duda teve oportunidade de homenagear desfilando pela escola de samba Grande Rio, no Carnaval carioca de 2025. No mesmo ano, recebeu convite para ser jurada do reality "The Voice Brasil", no SBT. Todos esses assuntos foram comentados numa entrevista a este blog e ao portal Descubra Campos, na noite de quinta-feira (13), logo após o show realizado no Teatro Firjan Sesi Campos. Confira abaixo a entrevista completa.
Blog do Matheus Berriel — É de conhecimento público a influência de Chico Science e do manguebeat na sua trajetória. Como foi para você, sendo uma artista pernambucana e fã desse movimento, desfilar pela Grande Rio homenageando o manguebeat?
Duda Beat — Foi muito importante! Senti cada coisa que estava escrita no samba-enredo. Eu ainda estava imaginando como ia ser. Foi a primeira vez que fiz isso. Eu vivi muito o Carnaval de rua do Recife, que é muito diferente do Carnaval da Sapucaí, no Rio de Janeiro. Quando cheguei lá, eu senti a emoção que as pessoas falam que existem e que sentem. Eu nunca tinha vivido aquilo. Fiquei num carro alegórico e sentindo que é realmente isso. Você sente as pessoas vibrando! (Foi incrível) estar ali naquele carro com vários outros artistas de Pernambuco ao meu lado, pessoas que admiro tanto. A filha do Chico (Science) estava no carro da frente. A gente teve o prazer de trocar e conversar um pouco sobre, e foi muito emocionante para mim! Sou muito fã do Chico Science, que é um grande ídolo, não só para mim, mas para todo mundo de Recife. Tem uma frase que ele sempre falava: "Modernizar o passado é uma evolução musical", e eu tento muito fazer isso na minha vida e na minha música. Eu tento modernizar, pegar um ritmo, um piseiro, e fazer do meu jeitinho, colocar um negócio diferente. Sigo muito esse lema dele. Realmente, é muito minha referência, e (o desfile) foi muito feliz.
Blog do Matheus Berriel — Em 2018, seu álbum de estreia foi incluído na lista dos 10 melhores discos nacionais do ano pela revista "Rolling Stone". Sete anos depois, em 2025, você estreou como jurada do "The Voice Brasil", já tendo uma carreira consolidada e agora ajudando a revelar novos talentos. Como tem sido essa experiência?
Duda Beat — Tem sido muito maravilhoso. O Brasil é gigante, cheio de talentos, pessoas que cantam muito. Eu aprendo muito com a galera da minha equipe, com os meus colegas. Também aprendo muito com os meus pares, que estão sentados nas cadeiras comigo. É uma super responsabilidade. Imagina você não virar uma cadeira para alguém! Às vezes, nem falta nada, a pessoa canta absurdamente bem. É só porque às vezes não tem um negócio... Mas, todo mundo que está ali canta demais. Então, é uma super responsabilidade. Mas, estou encarando com muito amor e carinho, tentando colocar ali o máximo da minha visão. Eu sei que, na última edição, muita gente não concordou com algumas escolhas que eu fiz, mas segui o meu coração. Eu quis ver o todo, quis ver além daquele programa também. Estou muito feliz com a confiança do (diretor) Boninho e dos outros técnicos para eu estar naquela posição maravilhosa, de muito prestígio e privilégio. Estou muito feliz!
Descubra Campos — Nessa turnê pelos teatros da rede Firjan Sesi, você está fazendo um show mais intimista, acústico. Como tem sido isso para uma pessoa que construiu a sua carreira em grandes palcos e nos festivais? Para você, tem sido um reencontro com a Duda de algum lugar ou é tudo novidade?
Duda Beat — É um reencontro com a Duda que faz as canções sozinha, organicamente... Escreve tudo aquilo, apaga, corrige. Está sendo muito gostoso ocupar o lugar do teatro. É um lugar onde eu sempre quis estar. Falei um pouco sobre isso no show. É muito maravilhoso, porque, de fato, eu mostro um pouquinho de como as canções são feitas. Eu acho que essa conexão com o público acaba ficando mais forte ainda, porque as pessoas conseguem entender exatamente como (a obra) nasce. Porque nasce assim: eu escrevo a letra e a melodia; depois eu vou no Tomás (Tróia, produtor musical e músico), que começa a dedilhar as coisas no violão, e as canções nascem. Então, toda roupa da canção, os arranjos, essas coisas vêm muito depois. Eu queria que os fãs entendessem essa incubadora; que o público fizesse parte, percebesse e entendesse como, de fato, as coisas nascem. É tão honesto, tão verdadeiro, e toca tanto no coração das pessoas, assim como no meu.

Descubra Campos — Você fala muito do amor. É considerada a rainha da sofrência, mas uma sofrência pop, e você faz essa mistura muito bem. O Brasil é esse caldeirão. Você acredita que, hoje, o público recebe muito bem essa mistura de sons e ritmos que nós somos?
Duda Beat — Eu acho que, cada vez mais, recebe melhor. A gente é isso: uma mistura. Todo mundo é muito eclético na música, gosta de muitos tipos. Tenho certeza que você gosta de forró, axé, sertanejo, rock, pop... E eu também. E eu fico pensando às vezes: poxa, eu sempre quis ser uma cantora. Vou me limitar só a um gênero, se eu gosto de tantos outros gêneros? Como eu posso fazer isso? Como eu posso passear por todos eles sem perder a minha essência? E eu acho que a essência está exatamente na canção. A canção é sobre o que eu vivi e senti na minha vida, principalmente. (Meu trabalho) é muito pessoal e honesto. E, com essas roupagens, eu consigo brincar e ir para os lugares que eu quero. Acho que a gente tem que se divertir. Essa é a coisa mais importante: se divertir. Eu sou super fã, por exemplo, de System of a Down. Sou muito fã, e queria muito ter um new metal no meu disco. Então, falei: vou fazer! Eu gosto disso e sinto que a galera entende muito, compra a minha ideia. Essa mistura é uma característica minha. Às vezes eu entro no estúdio e fico pensando se a gente juntar um reggaeton com um dubzão, se vai dar certo. E os meninos ficam: "Vamos tentar, vamos ver" (risos). A arte é muito livre, e eu sou muito feliz por ter o privilégio de passear pelos gêneros que eu amo ouvir e fazer a galera passear junto comigo.
Foto: Bianca Trindade
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Orquestra de Macaé se apresentará no Theatro Municipal do Rio de Janeiro pelo terceiro ano consecutivo
10/03/2026 | 14h48
Foto: Ana Clara Miranda/Divulgação
Um dos palcos mais tradicionais e importantes da cultura no Brasil, o Theatro Municipal do Rio de Janeiro terá uma atração de Macaé em cartaz no próximo dia 18. Trata-se da Orquestra de Sopros Nova Aurora, que se apresentará no local pelo terceiro ano consecutivo, desta vez com um concerto sinfônico dedicado exclusivamente aos naipes de sopros e percussão. No repertório, obras dos compositores brasileiros Gilson Santos e Daniel Martins, do português Vitor Resende e do espanhol José Alberto Pina, todos eles contemporâneos. O evento está marcado para as 19h, com duração de uma hora e cinco minutos. Ingressos a partir de R$ 1, na bilheteria do Municipal ou pelo site feverup.com/m/545625.
Com direção artística do regente Hélio Rodrigues, o "Concerto Sinfônico - Música para Sopros e Percussão” propõe a própria Orquestra de Sopros Nova Aurora como protagonista. Desta forma, não haverá participação de cantores solistas. No programa, destaque para músicas como “1835 – A Revolta dos Malês”, de Gilson Santos, que faz referência ao levante de escravizados muçulmanos ocorrido na Bahia; e “Aurora”, de Daniel Martins, cuja canção citada passeia pela história da própria Nova Aurora.
Na execução do “Concertino para Trompa” de Gilson Santos, haverá participação do trompista Gilson Santos, integrante da Orquestra Sinfônica da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
Fundada em 8 de junho de 1873, a Sociedade Musical Nova Aurora tem ganhado projeção nacional por meio da sua Orquestra de Sopros. A primeira exibição da atual série no Theatro Municipal do Rio ocorreu em agosto de 2024, como parte da turnê que celebrava os 150 anos da instituição. O evento contou com participação do cantor e compositor Flávio Venturini. Em julho do ano passado, foi a vez do concerto "Sotaque Nordestino", celebrando a música nordestina num formato sinfônico. Agora, o show da próxima semana abrirá a temporada 2026 da Nova Aurora. Quem deseja comparecer ao evento tem como opção uma excursão saindo de Macaé, com passagens de ida e volta a R$ 130. Reservas devem ser feitas pelo WhatsApp (22) 99934-0767.
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Maneva reabre série de grandes shows no Rancho da Ilha cantando o amor e a paz
09/03/2026 | 13h40
Banda de reggae atraiu grande público
Banda de reggae atraiu grande público / Fotos: Reprodução
Até 2019, o Rancho da Ilha era conhecido por receber em Campos diversos expoentes da música  brasileira. Após um hiato de sete anos, essa fase das temporadas de grandes shows está retomada. Foi o que deu para sentir na noite do último sábado (7), com a reinauguração de casa de eventos, que passou por grande reforma estrutural. A trilha sonora ficou a cargo da banda Maneva, uma das principais do reggae no Brasil.
Já era madrugada de domingo (8) quando Maneva subiu ao palco, intercalando sucessos da turnê de 20 anos, completados em 2025, e versões de hits do rock e da MPB adaptados para o reggae. Durante as duas décadas na estrada, a banda se apresentou em Campos em pelo menos três oportunidades. A mais recente até então tinha acontecido no início do ano passado, no Farol de São Thomé.
— A relação com os fãs nos shows gera uma identificação. E quando rola identificação, graças a Deus, a gente sempre volta, a galera sempre curte, e é sempre especial — disse o vocalista Tales de Polli ao blog, em entrevista antes do show.
Uma das características marcantes da Maneva é a de manter a sua formação original, apesar do longo tempo de carreira. Desde o surgimento em 2005, em São Paulo, a banda tem como integrantes o próprio Tales e os músicos Felipe Sousa, Fernando Gato, Diego Andrade e Fabinho Araújo.
— O segredo é sair na mão sem perder a amizade — brincou Tales. — A parada é não ter medo de entender que uma ideia além da sua pode ser melhor. Respeitar o espaço é o segredo — enfatizou.
Em parceria com Deko, Tales de Polli compôs a canção "Lágrimas de Alegria", que rendeu a Maneva e Natirruts uma indicação ao Grammy Latino de 2021. Ele também é um dos autores de "A Paz", single que encerrou o período de mais de um ano sem lançamentos autorais de Maneva, em dezembro de 2025. Cantada no Rancho da Ilha, a música fala de amor e, obviamente, da paz, mostrando-se oportuna num momento da história marcado por guerras.
— É a paz! A paz e a sabedoria de enfrentar. Como a gente não está em posição estratégica na altura dos líderes mundiais, a gente tem que acreditar no nosso corre, na nossa parada. Quanto menos a gente deixar se afetar por essas notícias, melhor para a gente — finalizou o cantor e compositor.
Outros shows já estão confirmados para o Rancho da Ilha em 2026, como os de Jorge Vercillo, Paulo Ricardo, Leoni, Os Paralamas do Sucesso, Marcelo Falcão e Biquini. Também há atrações pré-agendadas para 2027, entre elas Paula Toller, Djavan e Roupa Nova. A gestão artística do espaço está sob responsabilidade da Alternativa Entretenimento, do produtor Claudinho Amaral, e os eventos contam com apoio da Folha da Manhã.
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Deputado federal Pastor Henrique Vieira fará palestra na UFF Campos sobre cultura e democracia
04/03/2026 | 15h43
"Universidade, políticas públicas culturais e democracia". Este é o tema da palestra que o deputado federal Pastor Henrique Vieira (Psol-RJ) ministrará no próximo dia 19, como aula magna do semestre no campus da Universidade Federal Fluminense (UFF) em Campos. Aberto ao público, o evento está marcado para as 18h, logo após uma visita do parlamentar ao Galpão Cultural da UFF Campos, às 17h.
Em seu primeiro mandato, Pastor Henrique Vieira tem sido um aliado da UFF na pauta que visa a consolidar o Galpão Cultural em Campos. Após visita ao prédio em 2024, ele já destinou recursos federais à sua reestruturação e modernização em duas oportunidades. Em julho do ano passado, foi anunciada a concretização de uma emenda de bancada federal de R$ 2 milhões. Já na última semana, o anúncio foi de uma emenda de R$ 1 milhão do deputado.
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Milton Cunha participará de roda de conversa em Campos sobre Carnaval
04/03/2026 | 14h12
Foto: Reprodução
Foto: Reprodução / Milton Cunha
Um dos maiores conhecedores da história e da cultura das escolas de samba, o carnavalesco e cenógrafo Milton Cunha estará em Campos na próxima sexta-feira (6). Ele vai participar da abertura do evento Ressaca na Villa, na Casa de Cultura Villa Maria, integrando uma mesa sobre Carnaval e cultura popular, a partir das 18h.
Além de ser comentarista de Carnaval da TV Globo, Milton Cunha também é o reitor da Universidade Livre do Carnaval de Maricá. Ao seu lado na mesa temática estarão o estilista campista Nelcimar Pires, destaque em desfiles do Salgueiro no Carnaval carioca, e o jornalista Chico de Aguiar. A mediação ficará a cargo da professora Jéssica Oliveira.

— Estamos muito felizes e entusiasmados com a realização de mais uma edição do Ressaca na Villa e, especialmente neste ano, muito empolgados em ter o Milton Cunha como nosso convidado especial. A presença dele é garantia de brilho, inteligência e, claro, aquele toque bafônico que só ele é capaz de agregar — afirma Rosana Rodrigues, reitora da Universidade Estadual do Norte Fluminense (UENF), que administra a Villa Maria.

Também na noite de sexta-feira, entrará em cartaz na Villa Maria a exposição “Viagem ao irreal das fantasias”, de Nelcimar Pires. A Ressaca na Villa terminará no sábado (7), com programação a partir das 15h, englobando oficina carnavalesca, exibição do documentário "Bambas da Planície", apresentação de boi pintadinho, mais uma edição do Bloco Bonita da Peste, e show de Carol Travassos e da Banda Ressacatu. A entrada é solidária, mediante doação de 1kg de alimento não perecível.
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Humberto Gessinger fará show em Campos após quase nove anos
25/02/2026 | 11h44
Gessinger se apresentará no Rancho Gabriela dia 10 de julho
Gessinger se apresentará no Rancho Gabriela dia 10 de julho / Foto: Divulgação
Quase nove anos após o último show em Campos dos Goytacazes, o cantor e compositor Humberto Gessinger já tem data para retornar à cidade. Será no dia 10 de julho, com um show no Rancho Gabriela. O evento fará parte da agenda de encerramento da turnê "Acústicos Engenheiros do Hawaii - Revendo o que nunca foi visto", cujo repertório revisita os álbuns "Acústico MTV Engenheiros do Hawaii", de 2004, e "Acústico Novos Horizontes", de 2007.

Campos é a única cidade do interior do Rio de Janeiro no roteiro dos quatro meses finais da turnê. Ao todo, haverá 29 shows de maio a agosto, incluindo um na capital fluminense, dia 15 de agosto, no Vivo Rio. Vitória, São Paulo, Recife, João Pessoa, Maceió, Natal, Fortaleza, Salvador, Curitiba, Brasília, Goiânia, São Luís, Teresina, Belém e Porto Alegre são outras capitais confirmadas, além de cidades do interior de São Paulo, Bahia e Minas Gerais.

O último show de Humberto Gessinger em Campos ocorreu em outubro de 2017, no Rancho da Ilha. Na época, o ex-vocalista da banda Engenheiros do Hawaii realizava outra turnê solo, a "desde aquele dia - 30 anos - A revolta de dândis".
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